Antes eu era convencida... agora sou perfeita.



domingo, novembro 18, 2007

O Natal já se apodera de mim... e eu estou a deixar :s

Em pleno Novembro, já ando nos planos pró Natal.
Não, minha gente, não sou uma "freak" dos planos (apesar de ser nativa Virgem... ok OK PAREM JÁ COM AS PIADINHAS DO COSTUME SOBRE OS VIRGENS!... bom, continuando...) e já ando numa de enfeites para não acontecer como sempre: deixar para a semana do Natal a linda actividade de enfeitar e de pensar, enquanto o faço, a trabalheira que vou ter de tirar a treta dos pedaços de algodão do pinheiro de Natal (que é de plástico... sim, porque não vou pagar por um pinheiro morto, só para as pessoas o olharem com fitas de Natal e ter na sua base o presépio) e de ainda retirar a fita-cola de cada uma das fitas que coloquei com uma bolinha nas paredes, para a semana seguinte. O que na generalidade acontece, é que a preguiça apodera-se de mim e os enfeites de Natal duram até Fevereiro... Já aconteceu durarem mais...
Já foi decidido, pela família, que este ano vou passá-lo na casa da minha querida Tia (que adoro de coração).
Isto sim, isto pra mim é que é Natal: tios, primos, mãe, irmão e... a jóia da coroa, o meu sobrinho (o meu pilinhas anão, como o chamo).
A ceia de Natal é de abarrotar, tal como acontece com o almoço de Natal. Sou uma moça de bom garfo, mas costumo até ser ponderada na quantidade; acontece que na casa da minha tia palavras como: "moderação", "dieta", "pouca porção" não existem e ninguém ouve falar sobre elas ou, sequer, tenta soletrar as primeiras letras. Entre pratos, garfadas e piadas à mesa, comemos e parecemos uns verdadeiros esfomeados porque não conseguimos parar de comer. A minha tia devia ser condecorada, nem que não fosse pelo simples facto de conseguir aumentar o peso de cada um de nós para 2 kg sempre que lá vamos comer. Outra coisa excelente, e isso é mérito por ela ser de origem beirã, é de saber receber toda a gente bem na sua casa. Impossível alguém não se sentir bem perto dela. Os braços maternais dela, a cara sempre risonha, a boa disposição, fazem tornar qualquer taciturno sentir-se alegre e feliz por existir. Há poucas pessoas assim neste mundo, e a minha tia é uma delas: uma alma com um valor incalculável. Tenho muito orgulho de ser sua sobrinha. Adoro-a.
Ai, a lagrimazita marota já a querer fazer-se sentir ;o)
É como me sinto, depois de uma refeição deliciosa na casa da minha tia.